Nesse estudo, publicado na revista Pain Reports, avaliamos 130 pacientes com síndrome do manguito rotador. Desenvolvemos um novo modelo de avaliação de dor crônica e comparamos com os achados de ressonância magnética. Nosso estudo fornece evidências de que nem o número de tendões do manguito rotador relatados como anormais nem a gravidade de cada achado de imagem do tendão foram associados à ocorrência de dor em movimentos e atividades comumente percebidas como dolorosas por pessoas com dor crônica no ombro.
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